Drupal é uma ferramenta incrível. É possível fazer desde sites enormes, com comércio eletrônico, até pequenos blogs. Mas para desvendá-lo por completo, talvez seja preciso de uma ajudinha extra.
Este manual é feito pelos membros do site, usuários novatos ou experientes administradores do Drupal, tradutores e até desenvolvedores de módulos. Qualquer um que seja cadastrado no Drupal-br.org pode editar este manual. Se você deseja colaborar, faça o login ou cadastre-se e comece agora mesmo.
Participar da comunidade Drupal Brasil é um direito de todos. Para tanto, existe o manual, indexado abaixo, e os fóruns. Nos fóruns algumas regras devem ser observadas e seguidas para melhor funcionamento, aproveitamento e respeito aos colegas que ajudam respondendo suas perguntas.
Não deixe de ler esse guia de como fazer perguntas no Drupal Brasil e seja bem vindo!
Cada página deste manual pode ser usada de acordo com a licença Attribution-Noncommercial-Share Alike 2.5.
O Drupal é uma plataforma de site dinâmica que permite a usuários individuais ou comunidades publicar, gerenciar e organizar uma grande variedade de conteúdo. O Drupal integra muitos dos recursos populares de sistemas gerenciadores de conteúdo, blogs, ferramentas colaborativas e software de comunidades baseada em discussões em um único pacote fácil de usar. Como um projeto de código aberto mantido e desenvolvido por uma comunidade, o Drupal é livre e grátis para download e uso. Se você gostar do que aprender aqui, por favor trabalhe conosco para expandir e refinar o Drupal para servir às suas necessidades.
Habilitando e configurando módulos distintos, um administrador pode desenvolver um site único, que pode ser usado para uma combinação de gestão de conhecimento, publicação na web ou interação de comunidades. Para que você entenda melhor essas muitas possibilidades, a seguinte lista de funções foi organizada com características comuns da web:
Para uma lista de recursos mais detalhada, dê uma olhada na nossa lista de recursos. Para exemplos de possíveis implementações de veja os sites no estudos de caso com Drupal ou visite alguns dos muitos sites que usam o Drupal.
A plataforma básica do drupal, módulos adicionas e muitos temas estão livrementes disponíveis para download sob a GNU GPL. O Drupal, escrito em PHP e usando tanto MySQL quanto PostgreSQL como banco de dados no backend, pode rodar em muitas plataformas, incluíndo os servidores Web, Apache ou IIS da Microsoft. Informações mais completas e instruções específicas sobre os requisitos de sistema, instalação e configuração estão disponíveis no guia do administrador.
Como um setor de comunicação e espaço para gerenciamento do projeto, o drupao.org inclui membros que usam o Drupal como uma solução para site pessoal; profissionais de TI implementando o Drupal para clientes; e programadores, escritores e outros, contribuindo para o crescimento do Drupal como um projeto de código aberto. Membros trabalham juntos para manter um desenvolvimento extensivo e suporte no site:
Veja os links abaixo e outras seções do Manual do Drupal, e muitas discussões nos fóruns para mais informações.
Construindo sobre padrões e tecnologias de código aberto, o Drupal suporta e aprimora o potencial da Internet como um meio onde indivíduos diversos e geograficamente separados podem, coletivamente, produzir, discutir e compartilhar informações e idéias. Com um interesse central e foco em comunidades e colaboração, a flexiblidade do Drupal permite a produção colaborativa de sistemas de informação e comunidades.
Para os desenvolvedores o Drupal objetiva um sistema de desenvolvimento que seja:
Para os administradores o Drupal objetiva produzir soluções que sejam:
Para os usuários, todos os elementos da interface de usuário devem ser:
Depois que o drupal foi criado, uma questão óbvia foi a escolha e criação de um logo. Claro que deveria ser algo relacionado a uma gota... ou água.
A idéia inicial era simples: uma gota num círculo. Ficou caracterizado como um "O" em uma "gota" liquefeita.
Quando a comunidade cresceu, a idéia veio como de uma gota com rosto. Steven Wittens (UnConeD) criou uma gota 3D, mas a idéia não foi muito longe porque 3D é complicado de imprimir, difícil de editar, etc.
Quando a questão do logo voltou a tona novamente, Kristjan Jansen (Kika) veio com a idéia de colocar duas gotas lado-a-lado para formar o símbolo do infinito. Quando colocado dentro de um círculo preenchido lembraria um rosto. Depois de algum trabalho de Steven Wittens, o Druplicon foi criado: uma gota estilizada com olhos infinitos, um nariz arredondado e um sorriso travesso.
Essa é a 'história' por trás do logo... Eu gosto da idéia de que os olhos infinitos simbolizam as infinitas possibilidades que o Drupal oferece.
Veja mais versões do logo na seção de marketing
Em 2000, conexões permanentes com a internet eram raras entre os estudantes da Universidade da Antuérpia, então Dries Buytaert e Hans Snijder configuraram uma pequena rede sem fio entre seus quartos, para compartilhar a conexão do modem ADSL de Hans entre oito estudantes. Ao passo que essa situação era um luxo para a época, faltava algo. Não haviam meios de discutir ou compartilhar coisas simples.
Isso inspirou Dries a trabalhar em um pequeno site de notícias com um quadro de avisos, permitindo o grupo de amigos a deixar, uns para os outros, notas sobre o estado da rede, para anunciar onde eles iriam jantar, ou para compartilhar outras coisas sem importância.
O software não teve um nome até o dia em que Dries terminou a graduação. O grupo decidiu então por online o site para que eles pudessem manter contato, e compartilhar seus interessantes achados além de narrar pedaços da sua vida pessoal. Enquanto procuravam por um nome, Dries registrou o domínio 'drop.org' depois de digitar errôneamente o domínio 'dorp.org' na tentativa de verificar se esse domínio estava disponível. Dorp é uma palavra germânica para 'vila', considerado um nome apropriado para uma pequena comunidade.
Uma vez na Web, o público do drop.org mudou após os membros começarem a conversar sobre novas tecnologias para web como moderaçao, divulgação de feeds, pontuação para artigos e autenticação distribuída. O Drop.org lentamente se tornou em um ambiente de experimentação pessoal, guiado pela discussão e fluxo de idéias. As discussões sobre essas tecnologias web foram implantadas e testadas no drop.org como novas adições ao software que rodava no site.
So depois, em Janeiro de 2001, Dries decidiu lançar o software por trás do drop.org como o "Drupal". O fator motivador era possibilitar outros usuários a extender a plataforma de experimentação, de forma que mais pessoas pudessem explorar os novos caminhos para o desenvolvimento. O nome Drupal, pronunciado "droo-puhl", é derivada da forma inglesa da pronúncia da palavra germânica "druppel" que significa "drop"(gota em português).
Para saber mais sobre a história do Drupal, veja também os vídeos do DrupalIcon 2006 em Vancouver
Projetado para usuários de sites que usam Drupal, esse guia não-técnico oferece uma opção de início rápido, instruções e sugestões.
O Drupal é um "sistema de gerenciamento de conteúdo". Isso significa que ele é um sistema para gerenciar conteúdo de sites, como artigos, fotos, ou arquivos. O Drupal é um sistema "dinâmico" e não "estático. Ao invés de ter arquivos gerados anteriormente(estáticos), o conteúdo como os textos das páginas são gravados em um banco de dados. Wuando os visitantes pedem uma página, um script roda no servidor, pesquisando no banco de dados e imprimindo o conteúdo em um modelo. (Algumas vezes, para ganhar tempo e recursos, esses scripts estão rodando um pouco adiantado e as paginas resultantes são gravadas em cache ou no servidor ao invés de serem geradas no momento em que o visitante requisita).
Então, para criar ou editar páginas, você, como um usuário não tem que escrever páginas para internet. Você não precisa saber HTML (a linguagem na qual a internet é escrita). Ao invés, tudo o que você irá precisar fazer, normalmente é:
Esse guia do usuário irá explicar todos os passos e outras informações de apoio.
O Drupal não é um único tipo de site, mas vários.
Tudo isso significa que o que você pode ver em um site feito com o Drupal, e tudo o que você pode fazer alí, depende do que o(s) administradore(s) escolheram apresentar. Então nós não podemos lhe dar aqui um gua definitivo! Ao invés, esse guia de usuário irá introduzri alguns das mais comuns opções e funcionalidades. Para mais informações focadas, você pode ver o guia do administrador e os fórums do Drupal.
Blocks são lugares no Drupal onde é possível adicionar conteúdos, quando criamos um novo menu ou um conteúdo especifico, esse conteúdo não é exibido automaticamente no site, precisamos definir uma região onde essas informações serão exibidas.
Os Blocks são definidos por temas, geralmente são disponibilizadas 5 posições para inserção dos Blocks, são elas: left sidebar, right sidebar, content, header e footer.
1. Navegue para Administer > Site building > Blocks
2. Procure pelo conteúdo que você deseja
3. Escolha na combo a posição do conteúdo left sidebar, right sidebar, content, header ou footer.
4. Clique no botão Save blocks
O Core do Drupal é responsável por fornecer funcionalidades básicas que serão utilizadas para apoiar outras funcionalidades do sistema. Uma framework leve faz o núcleo do Drupal funcionar e interagir com os outros itens.
O núcleo do Drupal possui o código que permite iniciar um pedido e as seguintes funcionalidades:
* Biblioteca de funções comuns;
* Login;
* Gestão de temas;
* Localização;
* URL Aliasing;
* Gerenciador de sessão;
* Gerenciador de usuário;
* Gerenciador básico de conteúdo.
Essas são as funcionalidades do núcleo do Drupal, podemos estender o poder do Drupal com a inserção de diversos outros módulos. Esses módulos trabalharão em conjunto com o Core, gerando mais poder e funcionalidade para o Drupal.
Permite que os módulos interajam com o núcleo do Drupal.
O módulo de sistema do Drupal é baseado no conceito de “hooks”. Hook é uma função PHP, por exemplo nomeada foo_bar(), onde “foo” é o nome do módulo (sendo o nome do arquivo foo.module) e “bar” é o nome do hook. Cada hook tem um tipo definido de parâmetros e tipos de resultado específicos.
A ideia principal dos hooks é permitir que os módulos do sistema interajam entre si.
O sistema de arquivos e diretórios do Drupal é composto da seguinte forma:
FILES não existe por padrão na instalação do Drupal, mas se for necessário inserir logo personalizada, habilitar a inserção de avatars pelos usuários ou upload de algum tipo de arquivo, será necessário criar esse diretório com as permissões de escrita e leitura.
INCLUDES contém as bibliotecas e funções que o Drupal usa.
MISC guarda os arquivos JavaScript, ícones e imagens da instalação padrão do Drupal.
MODULES contém o núcleo dos módulos, cada módulo está no seu próprio diretório. É recomendável não mexer nos arquivos desses diretórios, os módulos adicionais são inseridos no diretório SITES na raiz.
PROFILES contém diferentes perfils de instalação para o site.
SCRIPTS contém scripts para checar sintaxe, limpeza de código e manipulação em casos especiais com o cron. Esses arquivos não são usados durante o ciclo de requisições da vida do Drupal, são usados no shell e scripts utilitários Perl.
SITES contém as modificações feitas no Drupal em formulários de configuração, módulos e temas. Quando você adiciona módulos no Drupal do repositório de contribuições ou escreve o seu próprio módulo, eles vão para SITES/ALL/MODULES. Todos esses sustentos de modificações no Drupal vão para dentro de um único diretório.
THEMES contém os arquivos de tema do Drupal.
A seguir...
A seguir...
Olá pessoal,
Estava eu tentando dar permissões de edição de nodes (conteúdo do site) para um novo grupo de usuários, ou papel de usuários (admin/user/roles).
Após fazer os devidos ajustes em Permissões (admin/user/permissions) descobri que os usuários não podiam fazer alterações em alguns nodes...
Depois de muito quebrar a cabeça tive a brilhante idéia de visitar os filtros para publicação de conteúdos, ou formatos de entrada (admin/settings/filters)e vi que o filtro Full HTML (que havia sido criado antes do papel de usuários em questão) não tinha nenhum papel de usuários associado a ele. Foi só configurar isso e pronto!
Espero que isso seja de ajuda para alguém mais. De qualquer maneira fica registrado para consultas futuras (inclusive as minhas, hehehe)
;-)
A seguir...
A seguir...
Esse é o primeiro de uma série sobre melhores práticas do Drupal originalmente enviados no meu site
Geralmente quando vamos desenvolver com base em algum framework ou CMS já existente, existe algum manual ou recomendações de melhores práticas para esse desenvolvimento. Com o Drupal não é diferente. Existe um guia de melhores práticas no site do Drupal, e ele vai servir de base para esse texto.
Quando vamos desenvolver algum projeto, seja um site, seja a construção de uma casa, antes, precisamos planejar. Sem planejamento, muitas vezes, acabamos deixando passar algo e na hora de implementar, dá aquela dor de cabeça.
É na hora do planejamento que vemos se aquela funcionalidade vai conflitar com outra, ou se aquele item que consideramos visualmente bonito vai caber dentro do contexto. Gaste um bom tempo (mas não todo o tempo) planejando o que você vai fazer.
O Drupal possui uma gama enorme de módulos que podem ser combinados para fazer o seu trabalho mais fácil, então veja se você não está reinventando a roda, e pense em usar alguns desses módulos também.
O Drupal, bem como boa parte dos projetos Open Source, é muito dinâmico e de tempos em tempos há novas atualizações. Algumas são atualizações de segurança, outras nova versões com várias novas funcionalidades.
Temos sempre a mania de querer o mais novo e com os mais lindos recursos na hora que eles saem. Esteja pronto para mudanças, mas seja moderado ao fazê-las. Como o Drupal tem muitos módulos de terceiros que, eventualmente, você vai acabar usando esteja certo de que eles já são compativeis com a versão mais nova do Drupal, antes de decidir atualizar o Drupal do seu site.
Um site que esteja maduro e bem construído, não precisará de novas atualizações quando elas saem. Mas esteja pronto para a evolução. Um prazo que se recomenda para fazer essa atualização é de 12 a 24 meses.
Um ponto importante são as atualizações de segurança. Essas devem ser aplicadas sempre que saírem(desde que sejam indicadas para o seu caso, é bom lembrar), pois não impactam (geralmente) no funcionamento, mas na segurança.
O Drupal é um software Open Source e que trabalha com o modelo de comunidade. Quando você usa o Drupal você se torna parte da comunidade. Você pode ser um membro atuante ou não, isso vai depender do seu perfil e interesse. No entanto, a recomendação é que você esteja sempre em contato com a comunidade.
Um dos princípios do Software Livre é a possibilidade de retornar algo que você melhorou. Isso é importante para o projeto, uma vez que você pode ajudá-lo a se tornar mais forte e pode ser importante pra você, dependendo do seu interesse na comunidade. Se você fez algo que pode ser devolvido à comunidade, devolva! O Drupal e os módulos de terceiros que você está usando, foram devolvidos para a comunidade em algum tempo, então que tal fazer o mesmo?
Ser um membro ativo também nos possibilita estar à par do estado do projeto e como ele irá evoluir. Isso também nos ajuda a nos planejar para as atualizações que virão. Em alguns casos você inclusive pode participar dessa decisão.
Uma coisa que muita gente esquece, mas que é fundamental: backup! Vez ou outra enfrentamos problemas que podem acabar afetando o nosso site e/ou sistema. Pode ser um problema físico em um dos servidores, uma empresa que deixa de prestar serviços e vários outros problemas. Ter um backup é de suma importância.
Ter um backup não significa, no entanto, que o mesmo esteja funcionando. Teste, de tempos em tempos, os seus backups. Veja se tudo está sendo feito da forma correta. Se em um momento você precisar restaurar um backup e ele não estiver funcionando, será o mesmo que nunca ter feito um.
O Drupal é uma ferramenta extremamente flexivel, e assim você pode fazer muitas coisas com ela. Mas, no calor do desenvolvimento, às vezes deixamos passar alguma coisa, que pode estragar o nosso trabalho.
Teste exaustivamente o seu código. Seja um módulo, um bloco, um tema. Teste tudo muito bem antes de aplicar a mudança. Testes são muito importantes.
Um ponto que merece maior destaque são os blocos do Drupal. Se um bloco estiver com erro, o site inteiro pode parar de funcionar. Uma forma simples de testar o código antes de colá-lo para funcionar dentro de um bloco, é criar uma página, definir o "Formato de entrada" como sendo PHP e alí testar o seu código. Se tudo der certo, então você poderá usá-lo no seu bloco.
Chegamos ao fim dessa primeira parte. Em breve vou postar aqui uma nova parte desse artigo, falando mais sobre outras boas práticas para o desenvolvimento com o Drupal.
Se você quiser ir se adiantando, basta dar uma olhada na página do manual que estou me baseando.
Até breve!
Esse artigo é a continuação de um outro, escrito há alguns dias atrás.
Recomendo que você leia também o primeiro artigo, uma vez que eles se complementam.
Então vamos lá!
Essa é uma recomendação muito comum mas geralmente não é ouvida pelos novatos.
Como o Drupal é um projeto mantido por uma comunidade muito ativa, sempre há alterações e correções no seu código base. Ao alterar o core do Drupal você pode acabar tornando sua instalação insegura. Além disso você irá tornar, automaticamente, seu código incopatível com os novos releases do Drupal, o que, automaticamente irá fazer com que você fique sem poder atualizar quando sair uma correção.
Suponhamos que você criou um projeto, alterou o core do Drupal mas agora outra pessoa vai dar manutenção nesse projeto. Se você, por acaso, esqueceu de avisar das alterações, isso pode tornar a manutenção muito penosa.
Uma excessão é quando você está corrigindo um bug, ou fazendo uma melhoria, e espera devolver isso para a comunidade. Obviamente você terá que rastrear e ver se o patch que você enviou será incorporado ao próximo release do Drupal. Se isso não acontecer você terá que manter isso de qualquer forma. Por isso nunca é recomendável se fazer esse tipo de alteração em sites que irão para produção.
Segurança é importante. Quando você vai manter um site no ar, é importantíssimo se manter atualizado. O Drupal dispõe de uma newsletter onde todo aviso de correções de segurança são enviados. Quem mantém um site com Drupal deve estar atento a essa lista, de preferência assinando a newsletter ou sempre atento à divulgação na página de avisos de segurança.
Antes de colocar um projeto online, é de suma importância fazer testes. Os testes ajudam a encontrar problemas e evitam colocar um site com falhas críticas online.
Existem várias ferramentas que podem ser usadas para criar um ambiente local para testes. O XAMMP e o MAMP são as ferramentas mais comuns.
Toda vez que você for instalar um módulo novo, fazer atualizações e/ou correções no seu site, procure fazê-lo localmente. Baixe uma versão igual a que está no seu servidor de produção, e faça os testes. Se tudo correr sem problemas é sinal de que você pode por no ar.
Alguns pontos importantes a serem observados:
O Drupal contém vários arquivos e pastas sob uma determinada estrutura. Essa estrutura existe para facilitar o nosso entendimento e trabalho.
Ao criar um site simples (não-multisite) você deve criar uma estrutura dentro da pasta sites/all para os seus módulos e temas. Essa estrutura visa facilitar a atualização futura do seu site, uma vez que você só precisará fazer backup do que estiver dentro da pasta sites (e, obviamente, do banco de dados). Essa estrutura é composta de duas pastas: modules e themes. Asssim, a estrutura final ficaria: sites/all/modules e sites/all/themes.
Em sites múltiplos (multisites) você deve posicionar os módulos e temas específicos dentro da pasta de cada site. Assim, se você tem um site chamado www.example.com você irá criar: sites/www.example.com/modules e sites/www.example.com/themes
Se você desejar pode renomear o arquivo update.php no entanto, ele já contém proteções para evitar abuso. Também, se você quiser, poderá remover o arquivo install.php uma vez que ele só é necessário na instalação do site.
É uma boa prática deixar o arquivo CHANGELOG.txt (ainda que com outro nome), para que você se lembre qual versão está aquele site (ou conjunto de sites). Quem administra muitos sites pode acabar se esquecendo e não fazendo a atualização.
Por último, ao construir um tema ou módulo, evite espaços nos nomes. Isso pode causar problemas em sistemas opreracionais não-windows.
Com esses dois pequenos artigos espero ter mostrado os benefícios de se trabalhar de acordo com as melhores práticas.
Essas melhores práticas vêm de testes e experiências de usuários, e existem para fazer sua vida mais fácil. Tente se guiar por elas, e certamente seu trabalho, e dor de cabeça, será menor.
Abraço
Página sobre Configuração e personalização e suas filhas
O Drupal é um sistema de gerenciamento de conteúdo em plataforma web. Texto, imagens e outros tipos de conteúdo são armazenados em um banco de dados, dinamicamente recuperados e formatados, e apresentados a um usuário em resposta a um pedido enviado via um navegador para a web. Os detalhes de como tudo isso acontece -- e como você, o administrador de um site baseado no Drupal, pode controlar como a informação é armazenada, recuperada e apresentada ao usuário -- é o tema deste manual.
O Drupal usa certos termos para significar coisas específicas. Os elementos fundamentais do Drupal estão definidos abaixo.
Bloco
Blocos são os adendos de conteúdo ou navegação localizados nos lados esquerdo ou direito de uma página quando você a visualiza em seu navegador. Blocos não são objetos, são apenas uma maneira de posicionar informações dentro de uma página. O visual dos blocos pode ser controlado por cada tema ao se definir o método block($subject, $content, $region = "main").
[link]Configurando e mantendo blocos[/link]
Caixas
A caixa é um contâiner para o conteúdo nas páginas do Drupal. Cada caixa tem um título e algum conteúdo. O visual das caixas pode ser controlado por cada tema ao se definir o método box($subject, $content, $region = "main").
Engine
Uma engine é tipo especial de tema que movimenta a geração de marcação HTML para os arquivos de template (usando qualquer sistema de templates). Também diz ao seletor de temas que templates foram definidos. Engines de temas adicionais estão disponíveis na área de downloads de engines (xtemplate é atualmente a engine incluída no núcleo do Drupal).
Filtro
Framework para manipular a filtragem de conteúdo.
Módulo
Um módulo é um código que extende o Drupal para prover funcionalidades específicas. Alguns módulos são parte do núcleo do sistema do Drupal (por exemplo os módulos taxonomy e blog) e alguns outros não (por exemplo os módulos weblinks e image). Módulos do núcleo são aqueles incluídos no pacote principal de download do Drupal. Módulos que foram disponibilizados como contribuição estão disponíveis para download separadamente na seção de download de módulos. Certifique-se de que a versão do módulo que você deseja usar é compatível com sua versão do Drupal. A seção de lançamentos lista os módulos por versão do Drupal.
Objeto (ou Node)
O conceito de objetos no Drupal é provavelmente o mais difícil de se entender, mas ele é realmente muito simples. Praticamente todo tipo de conteúdo no Drupal é guardado como um objeto. Quando as pessoas se referem a um "objeto", elas querem dizer qualquer tipo de conteúdo dentro do Drupal: pode ser uma enquete, uma história, uma página de livro, uma imagem, etc.
Permissões
Controles de permissões para acesso à criação de conteúdo, modificações e administração do site. Administradores delegam permissões aos papéis de usuários, e então delegam esses papéis aos próprios usuários. O primeiro usuário de um site feito no Drupal automaticamente recebe todas as permissões, independentemente de a quais papéis aquele usuário está designado.
Papéis de usuários
Papéis de usuários são grupos com certas permissões que podem ser aplicadas a usuários individuais. Usuários podem pertencer a mais de um papel. Dois papéis de usuário, usuário autenticado (aqueles usuários que se registram para uma conta) e usuários anônimos (aqueles que não têm uma conta ou não se identificaram junto ao sistema) são os papéis disponíveis como padrão em instalações novas do Drupal, mas podem ser configurados e o primeiro usuário pode criar papéis adicionais.
Estilo
Um arquivo (ou arquivos) CSS que substituem o CSS padrão de um tema ou de uma engine. aparece na lista de seleção de temas com a mesma precedência que temas e templates.
Taxonomia
Taxonomia é literalmente a "ciência da classificação". O Drupal usa taxonomias para descrever seu sistema de categorias, que você pode usar para classificar e organizar o conteúdo do seu sítio. No Drupal uma taxonomia é um conjunto de categorias. A documentação possui mais informações sobre o sistema de taxonomia do Drupal.
Template
É um arquivo fácil de ser lido por quem escreve documentos HTML. É, basicamente, um arquivo HTML com códigos especiais que são substituídos pelos valores providos por uma engine.
Tema
É um arquivo em PHP com funções que transformam argumentos em código HTML. Os módulos do Drupal definem funções que podem ser sobrescritas por um arquivo de tema. Existem temas extras que podem ser baixados na área de downloads do Drupal.
Como um centro de comunicação e espaço para gerência de projeto, o drupal.org(e o drupal-br.org) inclui membros que usam o Drupal como solução para site pessoal; profissionais de tecnologia que implementam o Drupal para clientes; e programadores, escritores e outros, contribuindo para o crescimento do projeto Drupal. Os membros trabalham em conjunto para manter o desenvolvimento e o suporte:
Saiba mais
Veja os links abaixo, outras seções do Manual do Drupal, e várias discussões nos fóruns para mais informação.
O Drupal precisa de um servidor Web (Apache, IIS, Lighty), da linguagem PHP e do banco de dados MySQL. As únicas coisas que podem variar são: se você vai colocar no seu computador, para testar (chamado de computador local), ou se vai colocar num site de hospedagem de sites (computador remoto) e qual o sistema operacional da máquina.
Local rodando Windows
Se você usa Windows, baixe o XAMPP (ou melhor, a versão XAMPP lite). Ele vem com o Apache, o PHP e o MySQL nas versões mais novas. Ele pode vir como um exe ou um zip e é moleza instalar: copie tudo no "C:". tem de ser no "C:"! depois vá no c:\xampplite\htdocs e copie o drupal inteiro lá.
Agora inicie o Apache e o MySQL (c:\xampplite\xampp-control.exe) e no seu navegador e digite "localhost\drupal". "localhost" é o endereço do seu próprio computador. pronto! brinque bastante!
Local rodando Linux
A maioria das distribuições Linux tem no seu repositório o MySQL, o Apache e o PHP. Então você deve instalá-los primeiro. No diretório "/var/www", copie o drupal inteiro. Agora seu site pode ser acessado em "localhost\drupal". "localhost" é o endereço do seu próprio computador. pronto! brinque bastante!
Você pode ver um vídeo da instalação e importação do idioma português do Brasil aqui
Sabendo das necessidades para instalação e com o computador preparado, segue um manual passo a passo ilustrado, para os iniciantes. Aqui vamos instalar o Drupal 5.3 em localhost utilizando Xampp 1.6.4 para Windows.
Primeiro, com o Xampp e os serviços ativados, crie um banco de dados chamado "drupal" pelo phpMyAdmin, acessando pelo seu navegador http://localhost/phpmyadmin/
Note que você precisa de um usuário habilitado com todas as permissões de acesso ao banco de dados. No decorrer da instalação do Drupal utilizaremos usuário com senha.
.

.
Criado o banco de dados, baixe o arquivo do Drupal 5.3 em www.drupal.org/drupal-5.3 e salve em um lugar de fácil acesso, no seu computador.
.

.
Crie uma pasta "meusite" dentro da pasta "htdocs" onde se encontra seu Xampp. Ex: C:\\xampp\htdocs\meusite
Acesse o local onde salvou o arquivo drupal-5.3.tar.gz e o extraia para a pasta "meusite" que você acabou de criar. Você precisa de um programa compatível com o tipo de extensão do arquivo, como o ZipGenius, usado na ilustração.
.

.

.
Feito isso, vamos iniciar a instalação do Drupal, acessando pelo navegador http://localhost/meusite/drupal-5.3/
Note que na extração do arquivo, foi criada automaticamente uma pasta "drupal-5.3" contendo todos os arquivos necessários, dentro da sua pasta "meusite".
.

.
De acordo a figura acima, mostrada em seu navegador, você deve informar:
. Database type: mysql
. Database name: drupal (este é o banco de dados que você criou, inicialmente)
. Database username: root (caso use outro nome de usuário para conexão com o banco de dados, informe o que você usa)
. Database password: (a senha do usuário que faz conexão com o banco de dados. lembre-se que é muito importante utilizar usuário com senha)
Clique em "Save configuration" e... pronto! Agora clique em "your new site" para começar a configurar o seu site Drupal.
.

.
A primeira página do seu site, que se encontra sem nenhuma configuração, será mostrada assim:
.

.
Para garantir a utilidade deste manual, vamos continuar mostrando os primeiros passos que devem ser seguidos após a instalação que neste momento já está concluída.
Antes de começar a configurar o site, você deve criar um primeiro usuário. Este usuário será o administrador geral e terá acesso a todas as funcionalidades e configurações do site. Como descrito página, clique em "create the first account".
.

.
Informe um nome de usuário, um endereço de e-mail e clique em "create new account" para continuar.
.

.
O Drupal lhe dará as boas vindas e também uma senha, mostrando a página para edição da sua conta. Sugiro que altere já a senha emitida pelo Drupal para a sua preferida, facilitando os próximos acessos. Ao final da página há um botão "Submit" para você salvar a nova senha informada.
.

.
Agora a conta do administrador já está definida:
.

.
No menu lateral esquerdo, clique em "Administer". O Drupal deve retornar um aviso de erro, dizendo que "One or more problems were detected with your Drupal installation. Check the status report for more information", destacado em vermelho. Clique no link "status report", mostrado neste aviso.
.

.
Os erros mostrados são o trabalho do cron (que nunca foi rodado) e o sistema de arquivos. Primeiro, defina o sistema de arquivos clicando em "file system settings page".
.

.
Note que uma pasta "files" será automaticamente criada, definindo a configuração.
.

.
Clique novamente em "Administer", no menu lateral esquerdo e note que o mesmo aviso aparece, igualmente quando clicou pela primeira vez. Clique novamente em "status report", exibido no aviso. Desta vez, mostrará somente o erro do cron.
.

.
Clique em "run cron manually". Pronto. O relatório de estado não mostra mais nenhum erro.
.

.
Agora, vamos traduzir o Drupal para o português. Depois disso, qualquer trabalho vai ficar bem mais fácil. Antes, é preciso baixar o pacote de tradução para o português do Brasil em http://drupal.org/project/pt-br
Note que vamos baixar a versão compatível com nossa instalação do Drupal, a versão 5.x. No momento da criação deste manual, a versão do pacote está como 5.x-2.00 e o arquivo baixado está nomeado como pt-br-5.x-2.00.tar.gz
Depois de baixar, extraia o arquivo para um local de fácil acesso, no seu computador. Será criada uma pasta "pt-br" contendo os seguintes arquivos:
installer.po
LICENSE.txt
pt-br.po
README.txt
Ok. Agora clique em "Administer -> Modules" e habilite o módulo "Locale", marcando a caixa de seleção e clicando em "Save configuration", ao final da página.
.

.
Com o módulo habilitado, clique em "Administer -> Localization".
.

.
A figura acima é parte da página de configuração dos idiomas. Clique em "Import". Para o campo "Language file", busque o arquivo "pt-br.po" e para o campo "Import into" escolha "Portuguese, Brazil (Português)" e clique no botão "Import".
.

.
Para finalizar, defina "Enable" e "Default" para a opção pt-br e clique no botão "Save configuration".
.

.
Pronto! Seu site Drupal está instalado e funcionando sem erros e completamente em português! De agora pra frente, é com você...
.

.
Espero que este manual seja útil, principalmente para quem está iniciando no Drupal.
Toda documentação do Drupal Brasil é feita por voluntários e em alguns casos é tradução do manual oficial do Drupal.
Muitas pessoas têm colaborado com a criação de conteúdo mas sempre há espaço para novas contribuições. Se você tem conhecimento das funcionalidades do Drupal e não há nenhuma documentação sobre isso, sinta-se à vontade para contribuir.
O Drupal pode ser baixado gratuitamente no site oficial. Mas ele vem todo em inglês.
Mas existe um jeito de traduzir todo o Drupal para o Português. Você só poderar traduzir o Drupal depois de instalá-lo.
Primeiramente, baixe a Tradução para o Português do Brasil. é um arquivo com a extensão .PO. Agora vamos colocar esta tradução dentro do Drupal: vá em Administer > Site configuration > Localization. No alto, clique em Import. Em Language file, coloque o arquivo da tradução; em Import into escolha o Portuguese Brazil e clique em Submit. Pronto, seu site agora estará todo traduzido!
É importante dizer que esta tradução só se refere ao núcleo do Drupal. As traduções dos inúmeros módulos adicionais devem ser adquiridas separadamente.
Essa página trata de como devolver a tradução que você fez de um módulo de terceiros.
Um módulo extra é um módulo que não vem com o core do Drupal. Esses módulos podem ser obtidos visitando-se a página http://drupal.org/project/Modules. Existem centenas de módulos, com variadas funcionalidades e usos.
Alguns módulos já vêm com um arquivo modelo para a tradução (arquivo .pot, em formato gettext) dentro de uma pasta chamada "po". Copie esse arquivo com o nome pt-br.po nessa pasta e proceda a tradução normalmente. Para traduzir esse módulo, você deve seguir os passos descritos no Guia para tradução.
Você traduziu um módulo e agora quer aplicá-lo no seu site certo? Para isso, repita o procedimento de importação de tradução que você realizou no momento de traduzir seu site para português do Brasil. Para referência veja o tópico Tradução ou o screencast de instalação do Drupal que também cobre esse assunto.
Após a tradução recomendamos que você devolva o que produziu para a comunidade, pois com isso outras pessoas podem utilizar essa tradução em seus projetos.
O melhor jeito de devolver a tradução é enviando o arquivo que você traduziu para o mantenedor do módulo. Para isso, você deve ir até a página do módulo no Drupal.org e clicar no link "Request new feature", descrevendo o trabalho que você fez, explicando que o arquivo anexo é a tradução para português do Brasil daquele módulo.
É provável que o mantenedor do módulo se pronuncie à respeito, informando se o arquivo foi aceito ou reijetado (e nesse caso uma justificativa).
A partir da versão 6, o manual da tradução se mudou para o groups.drupal.org/brazil.